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3º Reveillon Albertino
2008 / 2009
Inicio do Reveillon:
19:30h
Entradas:
Morcela
chouriça
queijo d a Serra
Presunto
Moelas
Leitão G/ na sertã
Dobrada
Camarão c/ Alhinho
Bebidas:
Aperitivos
Vinho tinto
Vinho branco
Café
Água de Folgosinho
Champanhe
Bacardy
Whisky
Licor de café
Licor Beirão
Pirolito 08
Pirolito 09
Pirolito Albertino
Pirolito Emília
Jantar:
Sopa Albertino
Bacalhau c/ broa e batata ao murro e grelos
Cabrito no Forno c/ batata alourada e salada
Vitela de Folgosinho no tacho c/ arroz e
legumes
Buffet de sobremesas e frutas
Arroz Doce, Leite-creme, Pudins, Requeijão com Doce
de Abóbora, Doce 2008, Doce vai embora, Doce
2009, Doce bem vindo, Torta de laranja, Bolo
de Chocolate, Bolo Fim de Ano, Molotoff,
Ananás, Natas especiais, Melão.
Buffet de frios
Salgadinhos, Presunto assado, Presunto seco,
Espetadas de camarão
Animação:
Animação com o conjunto Albertinex.
Dança comigo, dança contigo, dança com toda
a gente!
Surpresa nas Doze Badaladas a Viriato
Vamos Brindar c/ “O Albertino” com 12
passas.
Chocolate quente e Bolo à Albertino pela
manhã!
60 ,00
EUROS
por pessoa
25,00
EUROS
para crianças dos 6 aos 10 anos.
Inicio às 19h30m
Encerramento: 4 Horas da madrugada (Não sai
mais cedo)
Inscrições até ao dia 25/ 12/ 2008
Inscrições pelo telefone
238 745
266 / 962 674 201
Historial
O Restaurante “O Albertino” começou por ser
uma “Tasca / Mercearia” da qual a
proprietária era D.ª Áida Moreira , mãe do
actual proprietário Albertino Moreira.
Albertino Moreira ficou sem pai aos 10
anos e enquanto a sua mãe tratava do negócio
da “Tasca / Mercearia”, ele aventurava-se em
outros negócios.
Começou por andar em feiras a comercializar
gado, comprando e vendendo vinho e no tempo
que sobrava ajudava a sua mãe na tasca.
Em meados de 1969 é chamado para cumprir o
Serviço Militar, indo para a Guiné.
Como já tinha o gosto pela cozinha, a
função, que lhe foi designada foi a de
Cozinheiro. Durante o tempo de tropa teve
oportunidade de travar conhecimentos e fazer
muitos amigos, pois era uma pessoa que
gostava de ajudar sempre que podia, por
vezes ajudava mesmo sem poder.
Em 1971 veio da tropa e deitou mãos ao
negócio da família, isto porque quando
chegou sua mãe tinha muitas dividas, pois
como era uma pessoa simples e prestativa
deixava que na altura as pessoas levassem da
sua mercearia produtos por “fiado”.
Devido a isso ficou sem muito dinheiro pois
nem todas as pessoas pagavam aquilo que
deviam.
Casou em 1972 com Sr.ª Emília Brazete a qual
foi uma ajuda importante para os negócios,
principalmente no que dizia respeito á
mercearia.
Por volta de 1975 o Albertino começou
por fazer petiscos para as pessoas da terra,
em que as pessoas traziam o que tinham em
casa para ele cozinhar. As pessoas comiam os
seus produtos cozinhados por ele, numa forma
de convívio, lá na tasca comprando os vinhos
para acompanhar.
Como o negócio começou a dar frutos ele
construiu uma sala, onde as pessoas podiam
comer os produtos que traziam para ele
cozinhar e também petiscos que ele próprio
fazia e tinha para venda.
Em meados de 1978 foi convidado pelos
autoridades da altura para abrigar e
sustentar as Tropas Militares de Espinho,
que trabalhavam nas serras da redondeza.
Sem condições para isso ele mesmo assim
aceitou, pois era uma forma de poder ganhar
mais algum dinheiro e dar a conhecer os seus
petiscos.
Para isso fez da sua própria casa um
“Quartel”, na qual as tropas dormiam, e
comiam os seus cozinhados.
Desde essa altura os seus cozinhados ficaram
conhecidos , o que levou a que pessoas
conhecidas da altura, nomeadamente Políticos
e pessoas ligadas ao Serviço Militar, se
deslocassem ao seu estabelecimento como foi
o caso do Prof. Ramalho Eanes.
A partir daí as pessoas iam, conheciam,
comiam e voltavam com outras pessoas, o que
levou a que a sua as linha fosse pequena de
mais para as pessoas que o procuravam.
Vendo isso o Albertino começou por
alargar o seu negócio fazendo uma outra
sala.
Em meados de 1986 deu-se um facto curioso,
pois o Albertino, nem sequer
documentação tinha para ter o restaurante
aberto, com as preocupações que tinha de
sempre servir bem e com qualidade, nem
sequer disso sabia. Então foram as próprias
autoridades da altura que se deslocaram ao
estabelecimento para tratarem de toda a
documentação e de todas as formalidades para
ele continuar com o seu negócio em
funcionamento.
A partir daí ele passou a possuir o seu
restaurante com todas as formalidades.
Como já foi dito antes, as pessoas
deslocavam-se ao seu estabelecimento para
provarem os seus petiscos, que já nessa
altura eram os que ainda hoje se mantêm
utilizando o funcionamento de provarem um
bocadinho de cada especialidade.
Para contentamento do chefe Albertino o
restaurante tem desde já a sua continuidade
a segurada com seu filho e genro.
fotos
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